Prison Break
Aqui.
O famoso sexteto dos “oso” ao mais alto nível…
Só posso estar agradecida pelo convite a participar em tão prestigiante Blog, e fazer parte desta elite de Bloggers!!
Espero conseguir estar á medida dos geniais Posts a que nos têm habituado!
Obrigada!!
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La Bionda
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21:15
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JPPS
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19:07
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JPPS
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12:54
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8 de Agosto de 2006
Tomei hoje conhecimento de que o Ministério Público considera o table dance e o contact dance como actos sexuais de relevo, para os efeitos da prática do crime de lenocínio, previsto no artº 170º do Código Penal.
Lenocínio é o crime praticado por quem, profissionalmente ou com intenção lucrativa, fomenta, favorece ou facilita o exercício, por outra pessoa, de prostituição ou a prática de actos sexuais de relevo.
Se houver coerência da instituição, deverão ser encerrados todos os estabelecimentos em que aquele espectáculo é praticado, o que só serve para favorecer a prostituição descarada que se anuncia diariamente nos jornais e que está institucionalizada na base de relações de parceria entre as patroas e as prostitutas.
Enquanto os estabelecimentos onde se pratica o table dance e o contact dance pagam os seus impostos e são sujeitos a fiscalização das autoridades, as casas das tias vivem na mais completa impunidade, como se fossem protegidas pelo poder público, que não ousa sequer fazer cumprir as leis tributárias.
Posted by Miguel Reis
http://falenciadajustica.blogspot.com/2006_08_01_archive.html
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Duschy
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14:34
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Caríssimos Amigos,
Lamento ser o portador de tão triste notícia mas, fecharam o Centro de Saúde de Avintes.
Poderão ter mais informações no sketch do Ricardo Araújo Pereira, aka, Bombeiro em Mafamude:
http://www.youtube.com/watch?v=s5n9jPQsRPk
É verdade, o de Gulpilhares também fechou...
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Anónimo
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12:26
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na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viuva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
José Luís Peixoto, A Criança em Ruínas, 6.ª edição, edições quasi
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Anónimo
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10:47
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A propósito dos 30, 31, 32, ...
«Age is a a question of mind over matter. If you don’t mind it doesn’t matter!...»
A dificuldade está em saber como não pensar no assunto quando
- o espelho;
- a balança; e
- a Senhora da farmácia que recomenda um «ligeiro... anti-rugas!...»
fazem questão de nos recordar!!!
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Ninocha
às
20:29
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JPPS
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01:57
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O Grande CID dá um concerto na próxima semana no Campo Pequeno. Alguém alinha?
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Ines Pinto da Costa
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12:13
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JPPS
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14:24
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Ontem a Duschy enviou-me um mail com esta notícia publicada em http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=63864:
«O vereador do movimento Cidadãos por Lisboa, Manuel João Ramos, reagiu com indignação e humor à aprovação, pela Câmara, de uma proposta para colocar na Avenida da Liberdade uma estátua com cinco metros de altura e dois de largura.
Satirizando a doação feita pela sociedade de advogados de José Miguel Júdice (Sociedade PLMJ) de uma escultura de Rui Chafes – intitulada ‘Sou como Tu’ –, Manuel João Ramos garante que vai apresentar na próxima reunião de Câmara «uma proposta para doar uma estátua com cinco centímetros de altura e dois de largura».
A obra que o vereador pretende oferecer à autarquia «deverá ficar ao lado da escultura oferecida por Júdice» e receberá o nome de ‘Quero ser como tu’.
A proposta de Manuel João Ramos pretende, assim, ser uma forma de protesto contra o que a vereadora Helena Roseta considera ser «uma forma de marketing encapotado», para publicitar a firma de Júdice, «que ainda por cima dará benefícios fiscais a quem faz a doação, por esta ser considerada um acto de mecenato».
A aceitação da doação da escultura e da imposição de a colocar no jardim da Avenida da Liberdade, em frente ao edifício sede da PLMJ, provocou uma discussão animada na reunião pública de Câmara desta quarta-feira.
Margarida Saavedra, do PSD, afirmou mesmo que estaria disposta a votar favoravelmente o proposto «desde que fosse retirada a imposição relativamente à colocação da escultura».
Uma ideia que não foi aceite por António Costa que considerou «normal» que o doador da obra a pretendesse colocar em frente à sua sede.
Os vereadores dos movimentos Lisboa com Carmona e Cidadãos por Lisboa votaram contra a proposta, que contou a abstenção do PSD e do PCP.
O protocolo com a sociedade de advocacia de Júdice acabou por ser aprovado com os votos favoráveis dos vereadores do PS e de José Sá Fernandes, vereador eleito pelo Bloco de Esquerda.»
São várias as questões/dúvidas/perguntas que me ocorreram e que passo a enumerar:
1 - Já alguém viu a estátua?
R: Não sei. Eu ainda não...
2 - É assim tão estranho que o doador queira ter a estátua doada à porta da sua sede?
R: Até acho que não... O problema vem nas próximas perguntas...
3 - E se a PLMJ mudar a sede para uma rua onde não caiba a estátua?
R: Ora aí está. Levam a estátua para um armazém? Põem-na num pátio interior?
4 - E se a PLMJ mudar a sede para outro município?
R: Se foi dado à cidade de Lisboa... Mas tem que estar à porta da sede... Não faço ideia... Mas acho que na doação, o que está dado, está dado...
5 - Há algum problema em ter um benefício fiscal?
R: Claro que não.
6 - Pode ser uma operação de marketing?
R: Talvez. Pelo menos a estátua é capaz de ficar bem na fotografia do catálogo do escritório a distribuir aos clientes internacionais... Dá um ar institucional.
7 - Então o Zé aprovou a estátua?
R: Esta é fácil de responder: Se não fosse o Zé, não havia estátuas de 5m x 2m na Avenida da Liberdade!!!
Já agora, só uma última questão. Atendendo à localização da sede da PLMJ, será que vão cortar alguma árvore para lá por a estátua?!?
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Anónimo
às
21:25
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Anónimo
às
16:38
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Anónimo
às
21:05
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Anónimo
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21:58
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JPPS
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00:47
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Segundo a GNR, o proprietário do chimpanzé não possui documentos que comprovem estar em situação legal. Mas, enquanto decorre o processo criminal aberto na sequência da queixa da família do menor, ficou como seu fiel depositário.
A criança recebeu tratamento médico – a ferida foi desinfectada e foi-lhe administrada uma vacina anti-rábica – e regressou a casa, mantendo-se sob vigilância médica. A avó do menino, Maria Ferreira – que tem a guarda do neto –, disse ontem que se “queixa de muitas dores e anda a tremer”, além de ter medo de passar no sítio onde foi atacada. A criança foi ferida na manhã do passado dia 11, quando estava no cemitério do Bombarral com a avó, no momento em que esta estava a arranjar a campa do marido. Nessa altura, depararam-se com o animal à solta.“Estava em cima de um jazigo e subiu para uma árvore e não fez mal ao miúdo, mas, quando saímos do cemitério, virou-se para o menino, que me estava a dar a mão, atirou-o ao chão e começou a mordê-lo”, conta Maria Ferreira. “Se não fossem dois senhores a salvarem-no, o animal tinha-o matado, porque é muito maior e mais pesado, e ainda andou atrás da criança”.
Fernando Gomes, dono do chimpanzé – que costuma estar numa jaula numa oficina a caminho do cemitério –, assegura que pagará todas as despesas com os tratamentos médicos. “Não fechei bem os cadeados e ela é muito esperta e saiu. Fui encontrá-la no cemitério. Não vi o que aconteceu, mas disseram-me que foi só um arranhão, porque a criança estava a gritar e perturbou o animal, que não é violento, pelo contrário, connosco é muito dócil”, refere.
O chimpanzé tem quinze anos de idade, 1,20 metros de altura e chama-se ‘Guidage’, em homenagem aos combatentes portugueses envolvidos na reconquista daquela aldeia em 1974, na Guiné. Foi trazida para Portugal por Fernando Gomes, em 1994, para oferecer à filha de 14 anos. “Passou pelo aeroporto da Portela dentro de um saco aberto que eu trazia na mão e não me disseram nada, nem me pediram documentação”, afirma.
Maria Ferreira apresentou queixa na GNR do Bombarral. Militares do SEPNA estiveram ontem a recolher mais elementos para enviar ao Instituto de Conservação da Natureza, entidade que decidirá o destino a dar ao chimpanzé.
in http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=247028&idselect=10&idCanal=10&p=200
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Anónimo
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17:10
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