Sem título (e não é só este post)

Como diria o Arquitecto Saraiva, o jogo de ontem foi mau. Foi muito mau.
O famoso sexteto dos “oso” ao mais alto nível…

Como diria o Arquitecto Saraiva, o jogo de ontem foi mau. Foi muito mau.
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Anónimo
às
20:05
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Qual é a principal diferença entre José Sócrates e Fernando Santos?
É que um é Engenheiro e não percebe nada de futebol.
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Galaad
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00:28
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Meus Caros Amigos,
É com profundo pesar que vos comunico que por força do disposto na Portaria n.º 399/2007, de 5 de Abril, foi extinta a zona de caça do Vale da Rata.
É triste...
Portaria n.º 399/2007 Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - Extingue a zona de caça municipal do Vale da Rata e outras (processo n.º 2972-DGRF) e anexa à zona de caça associativa de Montejuntos e anexas vários prédios rústicos situados na freguesia da Juromenha, município de Alandroal, na freguesia de Ajuda, munícipio de Elvas, e na freguesia de Ciladas, município de Vila Viçosa (processo n.º 2496-DGRF)
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Anónimo
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13:15
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Pessoal:
Isto têm de ser visto, OBRIGATORIAMENTE, com som.
Zé: és grande!!!
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Galaad
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01:51
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Anónimo
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21:09
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JPPS
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00:24
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O Apito Dourado já nem vale a pena falar...
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JPPS
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18:00
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Zézinho percebeu que afinal há mais meninos a querer brincar!!!
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JPPS
às
18:44
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Foi sábado passado no restaurante "O Jacinto" em Telheiras, que a dupla, Ruy D'Avintes e Genérico abriram as hostilidades da época da lampreia.
A tudo isto assitiram (com uma incompreensível ar enojado) Ninocha e Duschy, as quais se ficaram por um belo robalo grelhado. É bom, agradável e interessante, mas perto de uma lampreia é coisa de meninos.
Por falar em meninos: O pequeno T., do alto dos seus tenros seis meses de idade, dormia profundamente, tendo acorcordado já no fim da refeição. Ficou triste por não se ter estreado a "titular" no rital da lampreia, tendo-nos obrigado a convocá-lo para a próxima tertúlia em pleno Rio Douro, já no próximo sábado.
Foi muito agradável. Por que não mesmo dizer maravilhoso, oso, oso. A comida estava (como sempre fantástica), o Ruy e a Ninocha são tratados como donos do restaurante (o que ajuda muito), e estava um dia quente, cheio de sol, o que nos convidou a passearmos em Telheiras para ajudar à digestão de tão agradável repasto.
Embora pudesse e devesse, não me vou alongar mais, sobre a qualidade da confecção do prato, ou sobre o quanto estava bom e fresquinho o verde tinto, nem como os nossos Kitozos se deliciaram com um quente e frio no final da refeição.
Prefiro apensa dizer que valeu acima de tudo pela companhia! É bom estarmos com amigos, se não os podemos ter sempre todos ao mesmo tempo, aproveitemos ao máximo uns de cada vez...
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JPPS
às
13:11
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JPPS
às
03:28
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Meus queridos amigos,
Serve o presente post para vos comunicar que a Marreta irá marretar para outro sitio... A partir do proximo mês irei marretar chez nuestros hermanos (que grande confusão de línguas...!). Enfim, os numeros e mails continuam os mesmos, mas já não estarei à distância de subir a rua (pelo menos no que respeita a Duschy e Genérico!).
Me gustaria muchísimo veerlos en Madrid!
PS: Não é que eu costume escrever muito, mas tb continuo a poder fazê-lo...
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Ines Pinto da Costa
às
15:39
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De entre os milhões de gajos que habitam este nosso país e que têm a vantagem (sobre o comum cidadão) de terem sempre razão, há alguns gajos em particular que me chateiam.
Falo, em concreto, daquele tipo quarentão, bronco, que só sabe assinar de cruz e é todo armadão em bom porque conduz um Mercedes foleiro e ao fim de semana as gajas lá da terra querem ir experimentar o assento de "napa" a escaldar. Espero que tenham visualizado o fulano.
Estou eu a sair do meu local de trabalho, onde tenho direito a parque de estacionamento reservado (não, não tem uma plaquinha a dizer Rui d'Avintes mas se tivesse não me importava) e ao dirigir-me ao local onde estacionei, vejo o dito Mercedes, banheirão com estofos em "napa", todo porco e com ar de que saiu directamente do "Stander Sucata", a impedir-me a saída.
Vejo dois cidadãos à conversa ao lado da viatura e pergunto:
- Este carro é dos Senhores?
E responde o cidadão em causa:
- É meu.
Ao que aproveito para dizer, enquanto me dirigia para o meu "Avintes do asfalto":
- Então tem que tirar o carro porque eu preciso de sair.
E pronto. Foi assim. É certo que não usei expressões como "viatura", nem "V. Exa. desculpe lá qualquer coisinha", ou "Não se importava, se não desse muito incómodo". Mas não era o indivíduo que estava estacionado no meio da estrada, sem os quatro piscas ligados e a impedir a saída de um automóvel de um parque de estacionamento?
Pois é. O gajo responde, enfadado e com ar de cidadão vitimizado, porque ele é que tem sempre razão:
- Ao menos podia ser mais bem educado...
Ora toma, para não andar para aí armado em parvo e a pensar que posso sair do meu local de trabalho e ir para casa sempre que quero.
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Anónimo
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18:08
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Quero apenas deixar os meus votos a todos de um Feliz Natal e de um próspero ano novo.
Beijos a todos
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Duschy
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11:33
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Contrastando com a Duschy, são imagens de marca do Grande Genérico o seu enorme fair-play futebolístico, bem como uma crítica (por vezes demasiado dura) da equipa do seu coração, o Sporting.
Uma vez que o grande derby se aproximava e visto que nestas coisas o Genérico é também um altruísta, convidou-nos (a mim, à Ninocha e ao "Ninochão", todos do Glorioso) para assistir do alto do seu camarote viscondal ao grande evento. Aceitámos o convite, que muito nos honrou.
Já acompanhados do "Pai Duschão" - sportinguista sereno e que já viu mais futebol do que nós todos juntos - lá fomos para Alvalade, tentando chegar a tempo de poder usufruir do fausto repasto VIP anterior ao jogo.
A primeira impressão foi, obviamente, visual. Era tudo verde. Demasiado verde. Tão verde que até a sopa era caldo verde e o bacalhau no forno era acompanhado com um esparregado... demasiado verde.
Outra coisa em que reparei é que vê-se pouca gente com bigode! Caramba, futebol sem ver malta com bigode não é futebol. Enfim, estes sportinguistas são gente de hábitos faciais estranhos...
Apesar de na sala de jantar se encontrarem alguns benfiquistas, como seria de esperar viam-se viscondes por todo o lado, muitas garrafas de vinho tinto (ao menos o vinho não era verde!) e alguns charutos no bolso do casaco.
Já de estômago cheio, dirigimo-nos ao confortável camarote. A proximidade da claque dos No Name era reconfortante e o camarote do lado esquerdo estava cheio de benfiquistas. "Isto está-se a compôr", pensei.
Melhor fiquei decorridos dois minutos de jogo! O Rocha (sabe-se lá como!) marcou um golaço, o que fez com que os milhares de adeptos sportinguistas se calassem, em choque e sem acreditar no que já lhes estava a acontecer.
Agora, se pensam que isto já lhes estava a cair mal, imaginem o que aconteceu com o golo do Simão! É que podia ter sido qualquer outro jogador mas não. Foi o Simão!!!
Enfim, o Genérico perdeu a calma e soltou o já habitual e esperado chorrilho de impropérios à sua equipa e um convidado sportinguista de última hora apercebeu-se que nem os seus "oooomms" estilo budista davam força à equipa...
E era o gáudio de muitos benfiquistas que lá estavam e da claque benfiquista (que não se calou um segundo). Escusado será dizer que nesta altura já o "Ninochão" estava mais para o "Ninochólico", dada a rapidez com que a cerveja escorregava e a grande alegria sentida. Já o "Pai Duschão" pressentiu o que já se adivinhava. Eu e a Ninocha lá tentávamos consolar o Genérico mas, sem grande resultado.
Na segunda parte vieram as cerejas no topo do bolo.
A primeira, foram dois minutos ininterruptos de "Olés" da claque benfiquista enquanto o Glorioso trocava a bola. Que sonho. O pessoal de verde nem reagia, aliás, o Sporting tem a claque de férias? Onde é que eles estavam? A fazer a barba e a pintar tudo à volta de verde?
A segunda cereja é uma coisa que me faz muita impressão. Com a expulsão do Polga levantaram-se para aí uns quinhentos sportinguistas e foram-se embora. Não seria melhor apoiar a equipa até ao fim, tipo casamento, na saúde e na doença, na vitória e na derrota?!?
E foi assim. Contra as minhas espectativas ganhou o Glorioso com uma exibição (finalmente) conseguida, o que só vem comprovar que não percebo mesmo nada de futebol. Certamente tudo teria sido diferente se não tivesse sido roubado um penalti ao Sporting mas, não sei porquê, o senhor que veio do Porto arbitrar o jogo não apitou...
A noite podia ainda ter dado para o Genérico perguntar ao Scolari "Queres ser um dos meus?" mas, deixem-me que vos diga, este Genérico é muito tímido. Só lhe pediu para deixar o Ricardo no banco no próximo jogo da selecção, seguido de uma longa dissertação sobre o sentido da palavra mediocridade!
Como podem ver, foi uma noite em cheio. Mas, com tranquilidade.
Quanto às notas finais, resta-me dizer que o estádio não é tão feio quanto pensava (se calhar ajuda o facto de o relvado também ser verde) e os viscondes que nos rodeavam não tiveram outro remédio se não encaixar a derrota e pensar para com os seus botões "já não sei porque não fiquei em casa".
Pena foi não ter encontrado, no final, nem o João Braga, nem o grande Dias Ferreira.
Por último, um grande OBRIGADO ao Genérico (aliás, só mesmo ele para me fazer ir a Alvalade), que prova à saciedade que, afinal, há Sportinguistas com desportivismo e a saber que, umas vezes ganha-se, outras perde-se.
P.S.: Eh pá, era tudo mesmo MUITO verde. Faz uma confusão do caraças.
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Anónimo
às
15:41
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Galaad
às
00:43
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Mudam-se os tempos, muda-se James Bond. E para bem melhor!
Acabaram-se os tempos do herói que após despistar um tanque sai ileso, penteado e com a roupa impecavelmente passada a ferro.
Os maus já não são 100% maus e os bons já não são 100% bons.
Perdeu-se a faceta "encantadora" do antigo Bond e deu-se-lhe um lado "negro" e violento, cortando com os filmes anteriores sem, contudo, esquecermos que se trata do mesmo "007".
Brilhante!
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Anónimo
às
15:53
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