terça-feira, março 27, 2007
segunda-feira, março 26, 2007
domingo, março 25, 2007
sexta-feira, março 23, 2007
Concurso

Desafio-vos para o seguinte: Eleger as figuras públicas que menos gostamos. Pode ser o que consideramos o pior, ou o mais irritante, ou o mais piroso, ou o mais feio, ou qualquer outra faceta que queiram.
Primeiro fazemos as nomeações (indicando em comentário a este post os nomes que considerem apropriados, e tantos quantos queiram) e, depois de todos termos nomeado, passamos À votação final.
Os nomeados para a eleição poderão ser 10, ou outro número que sugiram.
Em vez de termos um vencedor, serão eleitos os três piores.
Aceitam-se soluções alternativas.
Participem!!!
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JPPS
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00:24
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quinta-feira, março 22, 2007
Portugalite
Os temas são tantos, que prefiro nem colocar um post específico para cada um, demoraria uns dois dias para o fazer…
É demais tanto erro após erro, tanta incompetência, alegadas corrupções nunca confirmadas em sede judicial, etc…
Se começasse pela Ota teria de falar em incompetência, em interesses (na construção e nos terrenos já adquiridos através de informações privilegiadas – o que me lembraria tráfico de diamantes em Angola), em jogos políticos em vez de defesa dos interesses nacionais.
Caso o tema baixasse de nível teria de falar no CDS/PP: A Zézinha que diz que o outro lhe bateu; O outro que responde que não bateu e que a Zézinha o persegue por ele ser preto; O Zézinho (sim esse do Vale e Azevedo) que amua e não brinca; O estalo perdido que “não-sei-quem” deu a “alguém”, etc…
O Apito Dourado já nem vale a pena falar...
O PSD, com o “Ganda Noia” a rivalizar com o Zézinho pelo prémio do pior líder da oposição de sempre.
Outro tema: (Isto não tem nada que ver com ser contra ou a favor do aborto), porque é que este país se deixou levar com um argumento de que as mulheres que abortam e vão presas (nunca condenaram nenhuma a pena de prisão efectiva) não passam de coistadinha perseguidas?
Matar uma vida é menos grave que ser apanhado a conduzir com 1.2 gr de álcool no sangue? Não posso beber uns canecos, mas posso matar um bebé?
Povo estúpido o nosso, Quem acredita neste argumento tem o país que merece.
Gostava que o nosso país fosse de férias até Agosto, assim podíamos viver aqui em paz até irmos de férias….
Como isso não é possível, prefiro desistir de Portugal. Por mim, podem destruir o país à vontade… Nesta altura só duas coisas me prendem ao país: A família e os amigos.
Acabo de ver que Luís Nobre Guedes estará no Jornal das 9… Isto promete piorar… Só falta o Luís Filipe Vieira abanar as orelhas e grunhir qualquer coisa.
País de pseudo-politicos, país de futebol (e mau)…. País de MERDA!!!
A culpa disto tudo é de duas pessoas: do Cabrão do D. Afonso Henriques que bateu na mãe (devia ser do CDS) e da puta da padeira.
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JPPS
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18:00
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quarta-feira, março 14, 2007
As Birras do menino Zézinho
Zézinho percebeu que afinal há mais meninos a querer brincar!!!
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JPPS
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18:44
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segunda-feira, março 12, 2007
Lampreiada...
Foi sábado passado no restaurante "O Jacinto" em Telheiras, que a dupla, Ruy D'Avintes e Genérico abriram as hostilidades da época da lampreia.
A tudo isto assitiram (com uma incompreensível ar enojado) Ninocha e Duschy, as quais se ficaram por um belo robalo grelhado. É bom, agradável e interessante, mas perto de uma lampreia é coisa de meninos.
Por falar em meninos: O pequeno T., do alto dos seus tenros seis meses de idade, dormia profundamente, tendo acorcordado já no fim da refeição. Ficou triste por não se ter estreado a "titular" no rital da lampreia, tendo-nos obrigado a convocá-lo para a próxima tertúlia em pleno Rio Douro, já no próximo sábado.
Foi muito agradável. Por que não mesmo dizer maravilhoso, oso, oso. A comida estava (como sempre fantástica), o Ruy e a Ninocha são tratados como donos do restaurante (o que ajuda muito), e estava um dia quente, cheio de sol, o que nos convidou a passearmos em Telheiras para ajudar à digestão de tão agradável repasto.
Embora pudesse e devesse, não me vou alongar mais, sobre a qualidade da confecção do prato, ou sobre o quanto estava bom e fresquinho o verde tinto, nem como os nossos Kitozos se deliciaram com um quente e frio no final da refeição.
Prefiro apensa dizer que valeu acima de tudo pela companhia! É bom estarmos com amigos, se não os podemos ter sempre todos ao mesmo tempo, aproveitemos ao máximo uns de cada vez...
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JPPS
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13:11
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quinta-feira, março 01, 2007
Futuro?
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JPPS
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03:28
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quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Até já...
Meus queridos amigos,
Serve o presente post para vos comunicar que a Marreta irá marretar para outro sitio... A partir do proximo mês irei marretar chez nuestros hermanos (que grande confusão de línguas...!). Enfim, os numeros e mails continuam os mesmos, mas já não estarei à distância de subir a rua (pelo menos no que respeita a Duschy e Genérico!).
Me gustaria muchísimo veerlos en Madrid!
PS: Não é que eu costume escrever muito, mas tb continuo a poder fazê-lo...
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Ines Pinto da Costa
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15:39
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terça-feira, fevereiro 13, 2007
Desculpe lá, "faxavor"
De entre os milhões de gajos que habitam este nosso país e que têm a vantagem (sobre o comum cidadão) de terem sempre razão, há alguns gajos em particular que me chateiam.
Falo, em concreto, daquele tipo quarentão, bronco, que só sabe assinar de cruz e é todo armadão em bom porque conduz um Mercedes foleiro e ao fim de semana as gajas lá da terra querem ir experimentar o assento de "napa" a escaldar. Espero que tenham visualizado o fulano.
Estou eu a sair do meu local de trabalho, onde tenho direito a parque de estacionamento reservado (não, não tem uma plaquinha a dizer Rui d'Avintes mas se tivesse não me importava) e ao dirigir-me ao local onde estacionei, vejo o dito Mercedes, banheirão com estofos em "napa", todo porco e com ar de que saiu directamente do "Stander Sucata", a impedir-me a saída.
Vejo dois cidadãos à conversa ao lado da viatura e pergunto:
- Este carro é dos Senhores?
E responde o cidadão em causa:
- É meu.
Ao que aproveito para dizer, enquanto me dirigia para o meu "Avintes do asfalto":
- Então tem que tirar o carro porque eu preciso de sair.
E pronto. Foi assim. É certo que não usei expressões como "viatura", nem "V. Exa. desculpe lá qualquer coisinha", ou "Não se importava, se não desse muito incómodo". Mas não era o indivíduo que estava estacionado no meio da estrada, sem os quatro piscas ligados e a impedir a saída de um automóvel de um parque de estacionamento?
Pois é. O gajo responde, enfadado e com ar de cidadão vitimizado, porque ele é que tem sempre razão:
- Ao menos podia ser mais bem educado...
Ora toma, para não andar para aí armado em parvo e a pensar que posso sair do meu local de trabalho e ir para casa sempre que quero.
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Anónimo
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18:08
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terça-feira, dezembro 19, 2006
Natal

Quero apenas deixar os meus votos a todos de um Feliz Natal e de um próspero ano novo.
Beijos a todos
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Duschy
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11:33
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domingo, dezembro 03, 2006
Impressões de um benfiquista na caverna do leão
Contrastando com a Duschy, são imagens de marca do Grande Genérico o seu enorme fair-play futebolístico, bem como uma crítica (por vezes demasiado dura) da equipa do seu coração, o Sporting.
Uma vez que o grande derby se aproximava e visto que nestas coisas o Genérico é também um altruísta, convidou-nos (a mim, à Ninocha e ao "Ninochão", todos do Glorioso) para assistir do alto do seu camarote viscondal ao grande evento. Aceitámos o convite, que muito nos honrou.
Já acompanhados do "Pai Duschão" - sportinguista sereno e que já viu mais futebol do que nós todos juntos - lá fomos para Alvalade, tentando chegar a tempo de poder usufruir do fausto repasto VIP anterior ao jogo.
A primeira impressão foi, obviamente, visual. Era tudo verde. Demasiado verde. Tão verde que até a sopa era caldo verde e o bacalhau no forno era acompanhado com um esparregado... demasiado verde.
Outra coisa em que reparei é que vê-se pouca gente com bigode! Caramba, futebol sem ver malta com bigode não é futebol. Enfim, estes sportinguistas são gente de hábitos faciais estranhos...
Apesar de na sala de jantar se encontrarem alguns benfiquistas, como seria de esperar viam-se viscondes por todo o lado, muitas garrafas de vinho tinto (ao menos o vinho não era verde!) e alguns charutos no bolso do casaco.
Já de estômago cheio, dirigimo-nos ao confortável camarote. A proximidade da claque dos No Name era reconfortante e o camarote do lado esquerdo estava cheio de benfiquistas. "Isto está-se a compôr", pensei.
Melhor fiquei decorridos dois minutos de jogo! O Rocha (sabe-se lá como!) marcou um golaço, o que fez com que os milhares de adeptos sportinguistas se calassem, em choque e sem acreditar no que já lhes estava a acontecer.
Agora, se pensam que isto já lhes estava a cair mal, imaginem o que aconteceu com o golo do Simão! É que podia ter sido qualquer outro jogador mas não. Foi o Simão!!!
Enfim, o Genérico perdeu a calma e soltou o já habitual e esperado chorrilho de impropérios à sua equipa e um convidado sportinguista de última hora apercebeu-se que nem os seus "oooomms" estilo budista davam força à equipa...
E era o gáudio de muitos benfiquistas que lá estavam e da claque benfiquista (que não se calou um segundo). Escusado será dizer que nesta altura já o "Ninochão" estava mais para o "Ninochólico", dada a rapidez com que a cerveja escorregava e a grande alegria sentida. Já o "Pai Duschão" pressentiu o que já se adivinhava. Eu e a Ninocha lá tentávamos consolar o Genérico mas, sem grande resultado.
Na segunda parte vieram as cerejas no topo do bolo.
A primeira, foram dois minutos ininterruptos de "Olés" da claque benfiquista enquanto o Glorioso trocava a bola. Que sonho. O pessoal de verde nem reagia, aliás, o Sporting tem a claque de férias? Onde é que eles estavam? A fazer a barba e a pintar tudo à volta de verde?
A segunda cereja é uma coisa que me faz muita impressão. Com a expulsão do Polga levantaram-se para aí uns quinhentos sportinguistas e foram-se embora. Não seria melhor apoiar a equipa até ao fim, tipo casamento, na saúde e na doença, na vitória e na derrota?!?
E foi assim. Contra as minhas espectativas ganhou o Glorioso com uma exibição (finalmente) conseguida, o que só vem comprovar que não percebo mesmo nada de futebol. Certamente tudo teria sido diferente se não tivesse sido roubado um penalti ao Sporting mas, não sei porquê, o senhor que veio do Porto arbitrar o jogo não apitou...
A noite podia ainda ter dado para o Genérico perguntar ao Scolari "Queres ser um dos meus?" mas, deixem-me que vos diga, este Genérico é muito tímido. Só lhe pediu para deixar o Ricardo no banco no próximo jogo da selecção, seguido de uma longa dissertação sobre o sentido da palavra mediocridade!
Como podem ver, foi uma noite em cheio. Mas, com tranquilidade.
Quanto às notas finais, resta-me dizer que o estádio não é tão feio quanto pensava (se calhar ajuda o facto de o relvado também ser verde) e os viscondes que nos rodeavam não tiveram outro remédio se não encaixar a derrota e pensar para com os seus botões "já não sei porque não fiquei em casa".
Pena foi não ter encontrado, no final, nem o João Braga, nem o grande Dias Ferreira.
Por último, um grande OBRIGADO ao Genérico (aliás, só mesmo ele para me fazer ir a Alvalade), que prova à saciedade que, afinal, há Sportinguistas com desportivismo e a saber que, umas vezes ganha-se, outras perde-se.
P.S.: Eh pá, era tudo mesmo MUITO verde. Faz uma confusão do caraças.
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Anónimo
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15:41
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sábado, dezembro 02, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006

Do que falamos quando dizemos que um determinado encontro é muito mais do que um simples jogo de futebol? Falamos de jogos muito especiais que envolvem um ambiente muito próprio que se traduz em emoções fortes. Para que isso aconteça é preciso que seja um jogo decisivo, ou de uma fase avançada de uma importante competição ou que seja um econtro entre dois rivais históricos. Aqui fala-se da visão encarnada sobre o derby lisboeta, Benfica-Sporting. Há várias categorias de derbys, a saber:
A - receber o rival em casa;
B - jogar com o rival em campo neutro;
C - ir à toca do rival.
Podia desenvolver teorias para cada uma das categorias, mas vou ficar pela afirmação que é a categoria C a que mais mexe com a minha alma benfiquista. São várias as razões, a mais compreensível é que não há sensação melhor do que derrotar o Sporting no seu próprio estádio. Mas para que tudo isto faça sentido é preciso obedecer à condição de estar lá presente. Ver o jogo pela televisão retira a parte mais emocionante. Gritar golo num café, ou em casa não é mesma coisa do que festejar loucamente um golo na cara de 50 mil lagartos. Lagartos, sim! Para nós, os adeptos do Sporting nunca são leoninos ou sportinguistas, são lagartos. Depois há variações conforme a pessoa em causa. Lagarto é o comum mortal que se assume sportinguista, lagartão é aquele que abraça a sua causa com tanta paixão como eu abraço a minha causa benfiquista, lagartixa é aquele que desprezamos, lag é o diminuitivo "carinhoso" com que tratamos os nossos amigos mais chegados.Isto faz sentido explicar, porque apesar desta rivalidade imensa é preciso ter a sorte que eu tenho tido, e saber fazer desta relação "odiosa" grandes laços de amizade.
Afirmo aqui com orgulho que entre os meus melhores amigos estão lags que muito estimo e que fazem com esta rivalidade seja cada vez mais acesa.
Ultimamente tenho tido oportunidade de conhecer melhor amigos que vivem fora da minha área e que habitam bem a norte do país, tanto benfiquistas como lagartos. Cheguei à conclusão que uns e outros encaram estes derbys de maneira ligeiramente diferente da minha. É comum ter este tipo de desabafo com um benfiquista do norte: "Então, lá vamos ter de ir a Alvalade lixar os gajos..." e a resposta estranha-se: "Pá, isso não é muito importante, o que interessa é que o Benfica venha cá ganhar ao Dragão!". Isto é espantoso! Só mesmo pela geografia se pode entender este pensamento. Não há nada mais importante do que derrotar o nosso rival e vizinho! Quem vive o futebol há muitos anos como eu vivo, sabe que a rivalidade com os verdes é um sentimento omnipresente, todo o ano, todos os dias. Estar em contacto com lagartos faz com que estejamos sempre a picar e a agoirar.
Isto é assunto sério.
A mim ninguém me tira da cabeça que esta seca que o meu clube atravessa é um merecido castigo por tudo o que fiz sofrer aos meus colegas lagartitos (mais outra expressão bonita) durante a fase escolar, da primária ao fim do liceu. Foram anos e anos de massacre. Um gajo habitua-se aquilo , ano após ano a ver o rival sem ganhar nada de nada e não se contém. Nessa altura era habitual perdermos derbys em casa e fora, mas no final quase sempre acabávamos a rir, até na época dos famosos 7-1, fomos campeões.É a característica do derby "Raramente serás feliz à conta do vizinho rival". Ou seja, Benfica e Sporting podem ganhar títulos mas raramente conseguem arrancá-lo na cara do rival. Quando se consegue, claro, é o prazer supremo!
Há exemplos que espelham isto, uns traumatizantes outros deliciosos. O Sporting nos últimos dois títulos podia ter rebentado a festa nas trombas do seu rival. Podia mas não conseguiu, e apesar de nada ganharem os adeptos benfiquistas presentes nesses dois jogos no antigo estádio de Alvalade nunca esquecerão os golos de Sabry e Jankauskas. Quando se fala em derbys vem sempre a conversa dos 7-1, esse foi o primeiro jogo que fui ver ao campo inimigo com o meu clube. Lembro-me do trabalhão e das promessas que fiz aos meus pais para poder ir com os amigos mais velhos a Alvalade. Mais valia estar quieto... Mas há um encontro mais traumatizante do que esse, foi na Luz quando o Benfica tinha que vencer o Sporting para se sagrar campeão. Nenhum benfiquista acreditava noutro resultado que não fosse a vitória, a verdade é que em poucos minutos os desgraçados de verde e branco fazem dois golos. O FC Porto aproveita e vence o Vitória no Bonfim. O Benfica ainda reduz mas o título vai para as Antas com cumprimentos leoninos. Foi traumatizante.
Tenho para mim que mesmo que houvesse uma temporada catastrófica que fizesse com que os rivais de Lisboa tivessem que lutar para não descer de divisão, o estádio estaria sempre cheio quando as equipas se defrontassem. Um jogo destes nunca é definitivo, dura para discussões extensas que só são abafadas com a chegada de novo jogo. Até esta semana qualquer discussão com um lagarto teria de envolver a famosa frase "Já está!", com que um feliz locutor de rádio assinalou mais um lendário golo encarnado em Alvalade, o primeiro do novo estádio.
A partir de sábado novas incidências surgem para enriquecer a vasta história de confrontos com os nossos queridos inimigos. Domingo e segunda-feira lá vamos enfrentá-los no café, no trabalho, no supermercado, ao telefone. Só espero que o sorriso seja todo meu.
Tendo em conta a história recente do embate em campo verde, nós os benfiquistas, temos todas as razões para irmos confiantes. Nas últimas sete épocas, o Glorioso venceu por cinco e só perdeu duas!
Não troco este derby por nada, que me desculpem os adeptos de todos os outros clubes, mas este é "O" derby! Não há nada que se compare ao encontro destes vizinhos. É quando os opostos se cruzam. Durante noventa minutos encaramos cada lance como se fosse decisivo para resolver a eterna questão de quem é melhor. O coração bate mais depressa, um golo nosso é o tal orgasmo de que o Fernando "bi-bota" Gomes tanto falava, um golo sofrido é como ter o mundo a desabar nas nossas cabeças. É muita emoção que só se justifica pelo prazer de no final irmos ao encontro dos nossos rivais que no fundo são uns amigalhaços e que precisam tanto desta rivalidade como nós.
Já sei que só vale 3 pontos, mas a vitória em Alvalade é purificadora. Força Benfica.
PS: Post descaradamente gamado daqui.
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Galaad
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00:43
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quarta-feira, novembro 29, 2006
No more a nice guy

Mudam-se os tempos, muda-se James Bond. E para bem melhor!
Acabaram-se os tempos do herói que após despistar um tanque sai ileso, penteado e com a roupa impecavelmente passada a ferro.
Os maus já não são 100% maus e os bons já não são 100% bons.
Perdeu-se a faceta "encantadora" do antigo Bond e deu-se-lhe um lado "negro" e violento, cortando com os filmes anteriores sem, contudo, esquecermos que se trata do mesmo "007".
Brilhante!
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Anónimo
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15:53
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quinta-feira, novembro 23, 2006
Acabou a Liga
Após muitos corações esperançados num "quase" milagre tendo o Sporting um grupo tão dificil, ontem este foi afastado da Liga dos Campeões.
Na verdade, antes do jogo já poderíamos prever o que se iria passar...quando uma equipa italiana está de aflitos ou em apuros para passar numa competição destas, quem lá vai sofre....
Parabéns ao Inter porque a vitória foi justa, mas o Sporting merecia melhor sorte pelo que fez. O seu erro foi entregar os pontos antes deste jogo....
Parabéns aos meus meninos e cabeça erguida para os próximos desafios.
Boa sorte ao Braga, Porto e Benfica.
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Duschy
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14:12
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quarta-feira, novembro 22, 2006
Alguém explica isto?
Já se sabe que há necessidade de ordenar o estacionamento,
Já se sabe que os carros são muitos na cidade,
O que ainda não se sabia é que agora existe também uma política activa de prevenção do estacionamento...
Moral da história:
As autoridades descobriram como resolver o problema de estacionamento, antecipando-o...
É a chamada política do «VARECEAPESEE - VAMOS REBENTAR COM ELES ANTES DE PENSAREM SEQUER EM ESTACIONAR...»
ESSES GRANDES MALANDROS!...
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Ninocha
às
21:42
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Vende-se pino
Vende-se pino anti-estacionamento de cor branca, em pedra, muito maneirinho (cabe na mala de um Yaris!) e em bom estado.
Fácil de transportar e com diversas possibilidades de utilização.
É ideal para:
- meter debaixo do seu carro e evitar a chatice de levá-lo à oficina, pois fica com uma desculpa para chamar o reboque;
- deixar de queixo caído os mais empedernidos polícias de trânsito lisboetas;
- fazer uma surpresa à sua mulher ou marido e levá-lo a jantar fora ao McDonalds às onze da noite;
- pregar uma seca valente ao grande Genérico (a quem publicamente agradeço a amizade e o cuidado).
Os interessados podem contactar-nos no blog.
Bom preço!
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Anónimo
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19:38
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quinta-feira, novembro 09, 2006
Que engodo...
Depois da enorme desilusão causada pela revelação do nosso Amunike (refiro-me à revelação de que na música "Esta balada que te dou", Armando Gama não diz "um sonho lindo" mas sim "um sonho, um livro"), eis que eu descubro mais uma desilusão num dos pilares musicais em que se construiu a nossa infância.
Uma música que todos nós cantámos na escola é, afinal de contas, um hino à prostituição, quiçá à pedofilia (uma vez que a música se destina a crianças).
Refiro-me à música “As Pombinhas da Catrina”. Se clicarem no link que surge agora
Musica Infantil Portuguesa - As pombinhas da catrina.mp3
podem ouvir ao que me refiro.
Bem, o que me refiro é o seguinte:
(Embora a música não esteja completa eu analiso a letra na totalidade)
As pombinhas da catrina… Com atenção aprecebemo-nos que a música fala putas que têm como proxeneta uma senhora chamada Catrina (muito provavelmente vem da Europa de Leste e o seu nome escreve-se Katrina).
Andaram de mão em mão… meus amigos(as) as tipas eram rodadas até dizer chega…
Foram ter à Quinta Nova, ao pombal de S. João… Isto é o bordel da Katrina, O bordel de S. João que se situa na Quinta Nova.
Ao Pombal de S. João à Quinta da Roseirinha… é a filial do bordel… Estas meninas não têm descanso…
Minha mãe mandou-me à fonte, eu parti a cantarinha… a mãe deixou-a sair à rua e ela perdeu-se logo na vida… uma vaca é o que é!!!
Se tu és o meu amor,
dá-me cá os braços teus,
se não és o meu amor,
vai-te embora, adeus, adeus. … Que desavergonhada… o que ela quer dizer é: “dás-me dinheiro e tens-me, caso contrário vai para o ca..lho”
Ao passar o ribeirinho,
água sobe e água desce, (ribeirinho??? Sobe e desce???)
dei a mão ao meu amor,
não quis que ninguém soubesse. (Deu uma mãozinha, não é??? É a chamada estimulação manual, ou em termos mais curriqueiros: a bela da punheta.)
Por ser o pombal tão estreito, (estreito é o caraças… está é completamente esgaçada…)
e asas termos pr'a voar,
nós voamos com tal jeito,
que não qu'remos já voltar. (o atingir o clímax)
Se alguém nos vê passar,
diz: que lindos que eles são;
nós não queremos já voltar,
mas andar de mão em mão. (Ou como diria o Zeca Afonso “venham mais cinco”… um autêntico bacanal!!!)
Sem ter beira nem patrão,
o voar é nossa sina.
- vão andar de mão em mão,
as pombinhas da Catrina. (As putas deixaram a Katrina e trabalham por conta própria, talvez com um classificado manhoso tipo “oral guloso” ou “bumbum apertadinho”)
Esta é a verdadeira história das famosas “passarinhas”, muito possivelmente as primeiras de que nós gostámos!
Pois, é! Mais um mito quebrado. Mais um pilar da nossa infância que se destrói. Assim é difícil acreditar nas coisas mais inocentes.
Qualquer dia descobrimos que o Pai Natal era afinal um cabrão que foi apanhado a comer a mulher de alguém e ela inventou essa personagem para enganar o marido. Nesse caso o Natal é quando essa mulher quiser… se tiver lareira em casa.
Fico por aqui, pedindo desde já desculpa pelo léxico utilizado, contudo a revolta causada põe este impacto impede-me de fazer melhor.
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JPPS
às
22:59
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